a bicicleta e o vendedor

A Bicicleta e o vendedor
Observei um pai, ensinando seu filho a andar de bicicleta numa rua de Curitiba. Dá para tirar umas lições…

Para a bicicleta andar ou ficar de pé, precisa de equilíbrio ou

de um apoio: parede, poste. Para se equilibrar, precisa andar.

Constatamos os cuidados necessários: sair devagar, pedalando com firmeza e cautela.

– Olhe o poste – diz o pai segurando pelo selim. – Segure firme o guidão – acrescenta o irmão mais velho – Vai devagar e olhe para a frente e não para o chão – grita a mãe.

– Não esqueça o freio – fala tímida e delicadamente a irmãzinha que, para aprender custou-lhe, dias atrás, uma investida numa cerca de arame farpado…

Todos tentando apoiar e investir na aprendizagem do menino caçula.


Afinal, todos esperam que, após a habilidade conquistada, gere resultados: ele ande livre e feliz.

Assim é o que acontece com o profissional de vendas dos dias de hoje…

Para ficar de pé, andando, precisa estar sempre pedalando. Parou: caiu!

Pedalar na sua constante aprendizagem, com o apoio inicial de seu superior “segurando pelo selim”, neutralizando os “postes” das objeções que o cliente mais crítico e exigente coloca.

Segurar firme no “guidão” dos objetivos quantificados que queremos alcançar e o mercado que se quer atingir.

“Olhar para frente”, a fim de não se desviar do caminho e não bater no “poste”. Há muito chão para percorrer,

muitas e fantásticas oportunidades descortinam-se na atualidade no nosso país.

Ainda, de nada adianta olhar o progresso de globalização, mundialização de que tanto se fala, sem pisar no chão, ou melhor, sem pisar no pedal e pedalar…

É desse pedalar constante e prático que surgem os resultados.